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Minha Experiência como leitora
Lembro-me das imagens do meu primeiro livro, digo, de suas ilustrações. Já que quando o ganhei ainda não sabia ler. Foi no meu primeiro dia de aula, lembro como se fosse hoje, ganhei da minha primeira professora chamada Maria José.
Foi um dia que nunca saiu da memória.
Fui para escola muito contente. A professora leu uma pequena história para todos nós e nos deu um embrulho, que desejava boas vindas. Dentro deste embrulho estava o pequeno livro, cheio de ilustrações bem coloridas e como acompanhante, balas. Fiquei irradiante. Tempos depois, quando já sabia ler, recordo-me que na escola havia aulas de leitura. Neste dia cada um lia um trecho. Lembro que, enquanto minha vez ia se aproximando, eu tremia , ficava nervosa, meu coração parecia que ia sair pela boca..
Mas mesmo com tantos “medos” adorava ler.
Passando isso, já na fase da adolescência, tive uma professora chamada Helena,de Língua Portuguesa. Esta lia sempre belas histórias, com grande satisfação, lia tão bem e interpretava perfeitamente,que nos fazia entrar na história e imaginar a cena.
  Aprendi muito com esta professora!
Ler é muito bom, mas é claro, precisamos começar; tomar gosto. A pessoa precisa vivenciar a sensação. E para vivencia esta sensação necessitamos de uma ponte, seja ela, família, amigos ou professor.
Tempos depois, já pensando em minha vida acadêmica, escolhi meu curso superior,Letras. Estudava com grande satisfação, lia contos e acabava me identificando com alguns. Claro que muitas leituras são obrigatórias e delas não poderemos fugir. Mas o importante era permitir essa entrada para dentro do livro. Quando estava para concluir meu curso superior, comecei a estagiar numa escola próximo a minha residência. E para minha surpresa, advinha quem estava trabalhando naquela escola?
Minha professora Helena... Sim, aquela  que me fez despertar para a leitura.
Para mim foi incrível, ter novamente a oportunidade de reencontrá-la.
Hoje tento favorecer a leitura para meus alunos, assim como favoreceram para mim.
Afinal... quem me dera um dia ter um aluno como colega de trabalho.

Experiências de leitura


Ler, para mim, além de ser uma excelente forma de adquirir conhecimento, sempre foi grande fonte de prazer. Encontro muita diversão na leitura e muita companhia também (chego a sentir saudades de alguns personagens que encontro nos livros). Durante minha adolescência, “O assassinato no Expresso do Oriente”, de Agatha Christie, me marcou muito, por ser bem intrigante e surpreendente. No Ensino Médio, descobri, num livro didático, “A cartomante”, de Machado de Assis, e virei fã dos seus contos (o meu preferido é “Uns braços”).

A prática constante da leitura influenciou muito minha expressão escrita. Nunca cheguei a “produzir” literatura, mas tenho bastante facilidade em me expressar escrevendo (muito mais do que falando). Tenho certeza de que contribuiu para isso o trabalho de uma professora que tive no Ensino Fundamental, que costumava ler para a sala as melhores redações produzidas pelos alunos, e as minhas, por vezes, eram lidas. Isso me incentivava a escrever mais e melhor. Tanto é que sempre escolho textos de alunos para serem lidos para a sala.



Minha experiência na leitura e escrita..

Eu sempre gostei de ler, quando era criança lia tudo que via pela frente, sou a filha caçula, então sempre tive livros por perto pois meus irmãos já estudavam e davam o maior incentivo para que eu estudasse com eles e lesse muito também. Depois que cresci me acostumei a ler sempre e isso facilitou muito a minha escrita, pois me ajudou a passar no vestibular e me ajuda até hoje quando tenho que escrever ou produzir algum texto.
Acredito assim que a família tem participação importantíssima na formação leitora e escritora dos nossos alunos que atualmente encontram muitas dificuldades para ler e posteriormente escrever, fica assim a escola como provedora desse fazer o aluno a apreciar a leitura. Isso acontece através do incentivo do professor não só de português mas de todas as matérias. A leitura acontece a todo momento dentro da escola por isso  todos que a envolvem devem estar atentos ao aprendizado dos nossos jovens.












Experiência como leitora

Lembro-me de quando frequentava a biblioteca da escola para fazer pesquisas.
Era fascinada pela Enciclopédia Barsa, pois nela viajava pelo mundo, visitava países,
via lugares maravilhosos que sonhava uma dia conhecer.Também lia sobre Ciências, Biologia,
História, Geografia e literatura. Como era gratificante...
Leituras que marcaram na adolescência foram " Meu pé de laranja lima" de José Mauro de
Vasconcelos e "A moreninha" de Joaquim Manuel de Macedo. Esse romance me fez sonhar
com a Ilha de Paquetá que espero um dia conhecer e querer transferir o romantismo existente
nele para minha realidade.
" O processo de leitura possibilita essa operação maravilhosa que é o encontro do que está
 dentro do livro com o que está guardado na nossa cabeça." ( Ruth Rocha )
Maria Lúcia Barili

segunda-feira, 3 de junho de 2013

     
                                                 Minha experiência leitora

            

        “A leitura esteve presente em minha vida desde sempre. Pelo menos desde que me conheço por gente. Nasci numa fazenda, filha mais velha de três irmãos, família simples, pai analfabeto e mãe preocupada com a educação dos filhos.  Leitora voraz, minha mãe aprendeu com meu avô.
Nossas primeiras histórias vieram da bíblia, que para nós não se tratava de um livro religioso. Eram histórias. Histórias maravilhosas que nos faziam viajar na imaginação. De meu pai ouvíamos os causos: de onças e assombrações, aventura e mistério que moravam ali pertinho, na mata da fazenda. Foi nesse universo de escrita e contação que eu cresci. Muito cedo aprendi a ler. Foi mamãe quem me ensinou as primeiras letras e logo depois foram aparadas na escolinha rural com a professora Marina.
         Da escolinha tenho muitas lembranças, mais do trajeto que da própria escola. Lembro que mamãe nos arrumava bem mais cedo para que passássemos na casa de meus avós paternos antes de chegar à escola. Era lá que vivíamos nossas aventuras de leitores. Vovô e vovó sentados nas cadeiras de palhinhas, meu irmão e eu num banco de madeira. Líamos para eles, que ficavam embevecidos nos observando. Pura magia.”

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